O vento da noite balança as vidraças
O espelho da alma não esconde o que passas
Cada escolha que eu faço no silêncio da noite
É o que molda o escudo contra o pior açoite
Não adianta culpar o destino ou a sorte
É a força das mãos que nos torna mais forte
Porque o escudo que protege o peito na batalha
Tem a força exata que a alma trabalha
A firmeza, a constância e o peso que ele tem
Vêm de cada atitude e do amor para o bem
Quem entende a colheita não teme a semente
Crescer é o destino de toda essa gente
A dor quando chega parece um castigo
Mas traz a resposta de um velho amigo
Ela limpa os excessos, ensina o valor
De erguer a cabeça e vencer o temor
Há uma lei que governa a terra e o céu
O que planta a verdade rasga o próprio véu
Olho para o horizonte e aceito a lição
Cada cicatriz foi uma evolução
O engrandecimento não vem sem suar
É no fogo da vida que eu sei me moldar
Porque o escudo que protege o peito na batalha
Tem a força exata que a alma trabalha
A firmeza, a constância e o peso que ele tem
Vêm de cada atitude e do amor para o bem
Quem entende a colheita não teme a semente
Crescer é o destino de toda essa gente
Atitudes íntimas
O escudo está pronto
A estrada me espera