Mitologia xavante
Revela o encanto tamakuaré
Iguana, iguana, tamakuaré
Iguana, iguana, tamakuaré
Iguana, iguana, tamakuaré
Iguana, katiapó
Tochas de fogo aquecem o terreiro
Pra cerimônia começar, cerimônia começar
Tambores piköxipú, cantos a ressoar
Xitó ordena a captura
Ao ser da camuflagem
Katiapó, iguana, katiapó, iguana
Tamakuaré
No mundo sobrenatural dos xavantes
O animal sagrada é o ser rastejante
A grande batalha do bem contra o mal
O parto azucrina e atrai maus espíritos
Arruinadores, devastadores
Pajé em êxtase invoca o Deus xitó
Kuôtipã, espíritos que habitam o milagroso céu dos eternos filhos do criador
Espíritos que enfrentam os temidos kamötós
Espíritos que enfrentam os temidos
Kamötós
Pajé, celebra a purificação
Banhos com ervas e defumação
Pajé, celebra a purificação
Pajé, na dança do camaleão
Seu sangue atrai os kamötós
Com aboquí em suas mãos
Com aboê o encanto é quebrado
E os kamötós derrotados em pedras são transformados
Garra de camaleão, é o verde tamakuaré
Garra de camaleão, é o parto tamakuaré