Os tambores sagrados da floresta vem anunciar
As vozes da ancestralidade da Amazônia Indígena
Sou terra floresta, oh
Sementeira da vida, oh
Mátria de povos originários
Valentes guerreiros, herdeiros da resistência, ô
Sementes do futuro ancestral
Pariná-renapê, Irarê, Parasuí
Amazônia Indígena
De cantos, de povos, de ritos
Lança teu grito ao som do tamurá
Arauê, arauê héê, arauê, arauê héê
Arauê, arauê héê, arauê, arauê héê
És Urihí, Pachamama e Morená
Teus filhos a chamam assim
Mátria de homens, bichos e espíritos
Aldeia da vida em teu corpo está
O bálsamo pra cura da terra
Assim nos ensina a sabedoria milenar
Que ressoa nos cantos
Munduruku, Yanomami
Pra luta, bravura e resistência continuar
Arauê, arauê héê, Arauê, arauê héê
Arauê, arauê héê, Arauê, arauê héê
És Urihí, Pachamama e Morená
Teus filhos a chamam assim
Mátria de homens, bichos, espíritos
Aldeia da vida em teu corpo está
O bálsamo pra cura da terra
Assim nos ensina a sabedoria milenar
Que ressoa nos cantos
Munduruku, Yanomami, Kayapó
Amazônia indígena de cantos e ritos
Lança teu grito ao som dos tamurás
Müruká, Sawé, Dahim-aqui
Arauê, arauê héê, arauê, arauê héê
Arauê, arauê héê, arauê, arauê héê
Arauê