A tempestade chama meu nome na escuridão
Promessas vestidas de ouro escondem corrupção
Vejo olhos sem rosto surgindo além do véu
Mas minha fé permanece quando a noite encobre o céu
O medo sopra frio sobre a carne mortal
Mas existe uma chama que não se curva ao mal
Crux sacra sit mihi lux
Que a Santa Cruz ilumine meu caminho
Non draco sit mihi dux
Nenhum dragão conduzirá meu destino
Crux sacra sit mihi lux
Mesmo quando a noite tentar me consumir
Non draco sit mihi dux
Eu nasci para resistir
Escuto vozes oferecendo reinos de fumaça
Juramentos vazios escondidos pela máscara
Toda mentira parece bela antes de apodrecer
Mas reconheço a serpente antes de obedecer
Teus sussurros já não entram em minha mente
Teu poder morre diante da verdade presente
Crux sacra sit mihi lux
Que a Santa Cruz ilumine meu caminho
Non draco sit mihi dux
Nenhum dragão conduzirá meu destino
Eu conheço teu nome antigo
Conheço tua fome sem fim
Teu veneno não encontrará abrigo
Nem encontrará lugar em mim
Vade retro satana
Volta ao vazio de onde veio
Numquam suade mihi vana
Tuas promessas são poeira ao vento
Sunt mala quae libas
Tudo que ofereces carrega ruína
Ipse venena bibas
Bebe o veneno que trouxeste
Não ajoelho
Não recuo
Não pertenço à sombra
Vade retro satana
Crux sacra sit mihi lux
Non draco sit mihi dux
Quando o último sino ecoar na eternidade
Crux sacra sit mihi lux
Quando as trevas cercarem a humanidade
Non draco sit mihi dux
Quando o abismo abrir seus olhos sobre o mundo
Vade retro satana
E que todo mal retorne à sua origem
Ipse venena bibas