Qualquer igreja que no seu púlpito pisou um político
Pegou o microfone que muitas vezes os membros nunca pegaram
Ela deixa de ser igreja para mim
Não vai subir ninguém
Não vai subir ninguém
Todo mundo aí quietinho aí
Não vai subir ninguém
Isso aqui é Ordonay
Tamo na casa mais uma vez
Então sustenta, que lá vem
Se é ano de eleição
Se batiza no Jordão
Aceita Cristo no The Send
Cata a missa que mais rende
E, na segunda-feira, tá na rede social
Usando Jesus Cristo como cabo eleitoral
Aí o pastor fica propício
O poder vira vício
O podcast vira comício
Tudo em benefício
De um artifício fictício
Mas são ossos do ofício
Ouve-se um suplício
Vindo de dentro de um hospício
Nem o povo siro-fenício
Faria tal sacrifício
Enquanto a igreja ora por sua justiça
Nos gabinetes, a ganância que enfeitiça
Promessas de uma prosperidade de fachada
Manipulando a fé com uma causa disfarçada
Se infiéis lavam a mão
Dando voto pra ladrão
Jesus é libertação
De toda corrupção
Jejua 300 dias
Mas pega a mulher de Urias
Prega sobre amor
Enquanto faz manobras frias
Promete redenção
E vende ilusões vazias
Fazendo conchavo
E esquece o Deus bravo
Aí o pastor fica propício
A voz de Deus vira ofício
Que se cala se é difícil
E protege o edifício
Sem cruz, sem sacrifício
A voz do céu é mero serviço
Um narciso atendendo a todo vício
Nem o povo siro-fenício
Faria um Deus tão fictício
Enquanto a igreja ora por sua justiça
Nos gabinetes, a ganância que enfeitiça
Promessas de uma prosperidade de fachada
Manipulando a fé com uma causa disfarçada
Se infiéis lavam a mão
Dando voto pra ladrão
Jesus é libertação
De toda corrupção
Incentiva a revolta com brilho no olhar
Jesus volta, mas você não subirá
Incentiva a revolta com brilho no olhar
Jesus volta, mas você não subirá
Jesus volta, mas você não subirá
Não subirá
Não subirá
Jesus volta, mas você não subirá
Não adianta chorar, porque não subirá
Jesus volta, mas você não subirá
Não subirá
Não subirá
Jesus volta, mas você não subirá
Não subirá