No topo do palácio da ostentação sem fim
Banquetes de luxo num cenário ruim
O dinheiro do povo que financia a vaidade
Enquanto a miséria assola a cidade
Viagens caras, hotéis de alto padrão
Contas secretas pagas pela nação
O cargo mais alto virou um balcão de negócio
Onde o governante age como se fosse um sócio
Decretos abusivos assinados na vaidade!
Pisotando a ética, rasgando a verdade!
A cadeira que deveria a pátria guiar
Virou um trono para o ego se inflar!
Presidência devassa afundando o país!
Cortando o futuro direto na raiz!
O topo do poder tomado pela ilusão!
Deixando o cidadão na mais pura lama do chão!
Teatro imoral! Ruína nacional!
Teatro imoral! Ruína nacional!
Promessas vazias jogadas ao vento de cima
Enquanto a inflação, o trabalhador deprime
Compadrio escancarado na escolha do escalão
Blindando aliados de qualquer punição
Cartão corporativo sem limite e sem pudor
Gastando bilhões sem nenhuma vergonha ou dor
Cínicos lordes de um reino em decadência extrema
Onde o povo honesto é quem sofre com o dilema
Decretos abusivos assinados na vaidade!
Pisotando a ética, rasgando a verdade!
A cadeira que deveria a pátria guiar
Virou um trono para o ego se inflar!
Presidência devassa afundando o país!
Cortando o futuro direto na raiz!
O topo do poder tomado pela ilusão!
Deixando o cidadão na mais pura lama do chão!
Teatro imoral! Ruína nacional!
Teatro imoral! Ruína nacional!
A caneta que dita a ordem está manchada de egoísmo
Empurrando a nação inteira para a borda do abismo
Mas a soberba precede a queda final!
O fim da impunidade desse jogo teatral!
Presidência devassa afundando o país!
Cortando o futuro direto na raiz!
O topo do poder tomado pela ilusão!
Deixando o cidadão na mais pura lama do chão!
Teatro imoral! Ruína nacional!
Teatro imoral! Ruína nacional!
O mandato vai acabar
A história vai julgar