Discursos ensaiados na tribuna da ilusão
Eles cospem mentiras na cara da nação
Engravatados rindo da miséria do povo
Prometendo mudança, mas roubando de novo
Privilégios eternos pagos com o nosso suor
Enquanto o hospital público está cada vez pior
Eles vivem no luxo, isolados do mundo real
Protegidos por leis num teatro imoral
Parasitas sociais sugando a esperança!
Trancados em gabinetes, fazendo a sua dança!
Escondem os bilhões em contas no exterior!
Deixando o cidadão na miséria e no horror!
Políticos escrotos vendendo o nosso chão!
Alimentando o caos, pisando no povão!
O palácio de vidro uma hora vai quebrar!
E a fúria das ruas ninguém vai segurar!
Chega de mentir! A máscara vai cair!
Chega de mentir! A máscara vai cair!
Votam em benefício próprio na calada da noite
Para o trabalhador, eles guardam o açoite
Imunidade que esconde o rastro do crime
Um bando de covardes que o futuro oprime
Eles usam o povo como massa de manobra
Mas, para a saúde e educação, nada sobra
Cínicos perfeitos com sorrisos de plástico
Destruindo o país de um jeito drástico
Parasitas sociais sugando a esperança!
Trancados em gabinetes, fazendo a sua dança!
Escondem os bilhões em contas no exterior!
Deixando o cidadão na miséria e no horror!
Políticos escrotos vendendo o nosso chão!
Alimentando o caos, pisando no povão!
O palácio de vidro uma hora vai quebrar!
E a fúria das ruas ninguém vai segurar!
Chega de mentir! A máscara vai cair!
Chega de mentir! A máscara vai cair!
O banquete deles é o nosso jejum
Eles não ligam para o destino de nenhum
Eles não ligam para o destino de nenhum
Mas o gigante acorda e cobra a conta final!
O fim da impunidade desse jogo teatral!
Políticos escrotos vendendo o nosso chão!
Alimentando o caos, pisando no povão!
O palácio de vidro uma hora vai quebrar!
E a fúria das ruas ninguém vai segurar!
Chega de mentir! A máscara vai cair!
Chega de mentir! A máscara vai cair!
Chega de mentir! A máscara vai cair!
Chega de mentir! A máscara vai cair!
A mamata vai terminar
Quando o povo se levantar