Vermes rastejam no mármore do poder elevado
Ouro manchado com o sangue do povo sacrificado
Promessas vazias apodrecem no chão da nação
Mãos escondidas que assinam a nossa destruição
Contratos selados com a tinta da podridão pura
Uma ganância maldita que cava a nossa sepultura
Eles se escondem atrás de sorrisos de marfim
Mas o veneno escorre e não parece ter um fim
O banquete dos ratos não vai mais parar!
O banquete dos ratos não vai mais parar!
A estrutura inteira começa a quebrar!
A estrutura inteira começa a quebrar!
O sistema apodrece de dentro pra fora!
O sistema apodrece de dentro pra fora!
E a conta cobrada chega na nossa hora!
E a conta cobrada chega na nossa hora!
Corrupção sebosa que corrói o altar!
O império de lama que vai desabar!
Eles sugam a vida, destroem o amanhã!
Deixando apenas uma herança vilã!
Podridão total! O castelo vai cair!
Podridão total! O castelo vai cair!
Dinheiro desviado dos hospitais desolados
Corpos caídos nas ruas de planos fracassados
Eles celebram com taças de cinismo cruel
Enquanto transformam a terra num triste inferno
Ternos caros cobrindo uma pele que já apodrece
A dignidade do povo foi o preço que se perde
Mas as paredes de vidro não vão aguentar a pressão
Quando a revolta das ruas se tornar uma explosão
Corrupção sebosa que corrói o altar!
O império de lama que vai desabar!
Eles sugam a vida, destroem o amanhã!
Deixando apenas uma herança vilã!
Podridão total! O castelo vai cair!
Podridão total! O castelo vai cair!
Ratos engravatados no topo do lixo
Destroem o futuro por puro capricho
A lama subiu e vai sufocar!
O dia do acerto de contas vai chegar!
Corrupção sebosa que corrói o altar!
O império de lama que vai desabar!
Eles sugam a vida, destroem o amanhã!
Deixando apenas uma herança vilã!
Podridão total! O castelo vai cair!
Podridão total! O castelo vai cair!
A podridão do mundo nos consome
Até que não reste nenhum homem