Em um palácio, reinava uma princesa
Cercada de riquezas, honras e nobreza
Entre pompas, cerimônias e preceitos da realeza
Tinha tudo que o ouro pudesse lhe oferecer
Mas lhe faltava aquilo que nenhuma riqueza
Jamais seria capaz de lhe conceder
Entre criados, cortesãos e cavalheiros
Havia um bobo, tão simples quanto verdadeiro
Havia príncipes, riquezas e tantos pretendentes
Homens de brasões, títulos e sobrenomes imponentes
Mas foi justamente aquele pobre sonhador
Que entre uma piada e outra, conquistou seu amor
Como pode uma princesa se render
A um simples servo do rei?
Foi loucura, foi desejo, foi sem querer
E contra o coração ninguém sabe o que fazer
Beijou o bobo
Esqueceu o príncipe
A um engraçadinho
Ela não resiste
Esse amor proibido
Deixou seu coração perdido
Pegou fogo
Com aquele bobo, é delírio
E quem disse que princesa
Não pode gostar de plebeu?
Se o coração o escolheu
Beijou o bobo
Esqueceu o príncipe
A um engraçadinho
Ela não resiste
Esse amor proibido
Deixou seu coração perdido
Pegou fogo
Com aquele bobo é delírio
Beijou o bobo
Esqueceu o príncipe
Beijou o bobo
E perdeu o juízo
Beijou o bobo e
Fez o príncipe de tolo