Num fundão de grota, um ronco de gaita
Atiçando o taita de alma campeira
Dei boca pro baio, me fui pro farrancho
Hoje me desmancho dançando vanera
Na xucra bailanta sou dono da sala
Num tranco cuiudo a gaita me embala
No chão bem batido gastando a bota
Num baile de rancho num fundão de grota
De vez no fandango assim de relancina
Bombeei uma china flor de lindaça
Convidei pra marca e saímos bailando
Na sala rodeando com o garbo da raça
Na xucra bailanta